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Estas duplas ligações serão quebradas pela ação de um catalisador, (peróxido orgânico, calor ou radiação), para reagirem novamente entre si, dando origem a um polímero tridimensional de características termo fixas, e, portanto, infusíveis (processo irreversível).
A insaturação do poliéster é fornecida, geralmente, pelo ácido ou anidrido maleico , assim como pelo seu isômero , ácido fumárico.
Na composição de um poliéster, geralmente, encontramos ácidos insaturados, ácidos saturados (ácidos modificadores) e glicóis. Em função da proporção e do tipo de cada uma dessas matérias-primas é que iremos encontrar os vários tipos de resinas poliéster com suas características específicas de resistência mecânica e química.
Disponibilizamos 04 tipos de resinas:
Resinas Ortoftálicas: Resinas Standard de menor custo e mais utilizadas. Suas propriedades mecânicas e químicas são inferiores as demais. Utilizadas na confecção de barcos, carrocerias, calhas, rufos, tanques e revestimentos na construção civil.
Resinas Isoftálicas: Não sofrem desvantagem da degeneração como nos casos da Ortoftálica, conferindo maior resistência mecânica ao produto. Utilizadas para tubos, tanques e recipientes com especial resistência a agentes químicos.
Resinas Bisfenólicas: Apresenta elevada resistência química e a hidrolise. Recomendada para tanques e para indústria, tem laudo da UP-795 do DIPOA e Instituto Adolfo Lutz com aprovação para diversos fins alimentícios.
Resinas Éster Vinilicas: Este polímero possui elevada resistência química em virtude de conter altas proporções de duplas ligações (C=C). Estão localizadas no final da cadeia, as quais são pontos de alta atividade, o que proporciona boa cura e, portanto uma longevidade dos materiais fabricados, em muitos casos, superior ao aço inoxidável. São utilizadas como material nas indústrias químicas, petroquímicas, papel e celulose, cloro-soda e outras, onde são exigidas elevadas resistências químicas.
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